
Fonte: JusBrasil, 2015.
Antes de iniciar nossa apresentação, é sempre bom contextualizar: o que é uma crise?
Todos nós enfrentamos crises na nossa vida: um problema financeiro, uma doença, o falecimento de alguém querido são exemplos disso.
As empresas também passam por crises, ou seja, mudanças/manifestações bruscas, sejam elas previsíveis ou não, que causam confusões e transtornos.
Tsunami no Porto de Onahama, Japão, 2011.
Desastres naturais, por exemplo, não podem ser evitados, mas, até certo ponto, podem ser previstos. Dentro das organizações, há muitas crises que podem ser previstas e prevenidas.
Uma coisa é certa: as crises causadas pelos seres humanos são muito mais desastrosas do que as oriundas de causas naturais, como os exemplos que iremos expor a seguir.
Existem diversos tipos de crises, como a causada por negligência, onde a empresa é claramente culpada; existem as oriundas de golpes, quando a empresa pode torna-se vítima juntamente com o cliente. Contudo, não importa de onde veio, as pessoas SEMPRE irão esperar que a organização apresente a resposta para o que está acontecendo.
"Uma crise é uma grande catástrofe que pode ocorrer naturalmente ou como resultado de erro
humano, intervenção ou mesmo intenção maliciosa. Pode incluir devastação tangível, como a
destruição de vidas ou bens, ou devastação intangível, como a perda da credibilidade de uma
organização ou outros danos à reputação". (ARGENTI, p. 259, 2009)
CARACTERÍSTICAS DA CRISE
Toda crise é única, mas elas compartilham algumas coisas em comum...
1. Elemento surpresa
2. Informação insuficiente
3. O ritmo acelerado dos eventos
4. Exame intenso
Além disso, as empresas normalmente não entendem que estarão quase sempre vulneráveis e predispostas a passarem por isso; a falta de preparo pode ser fatal e tornar a crise ainda mais grave e prolongada.

Nenhum comentário:
Postar um comentário